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SETEMBRO AMARELO

Rodas de conversas são promovidas para discutir causas, sintomas e prevenção ao suicídio

Publicado: Sexta, 22 de Setembro de 2017, 17h12 | Última atualização em Sexta, 22 de Setembro de 2017, 18h13

Uma das rodas de conversa durante a programação na tarde desta sexta-feira (Foto: Patrícia Paiva/Dicom)Na tarde desta sexta-feira (22), o assunto em questão no Bloco C da Universidade Federal do Tocantins (UFT) foi "Suicídio". O tema ganha um reforço em sua discussão neste mês de setembro, quando é trabalhada a questão da prevenção ao suicídio. As rodas de conversas que foram promovidas integram o III Fórum Permanente de Saúde Mental. Quatro temas foram abordados, divididos por apresentação nas salas 1, 4 e 7 do Bloco C, abordando as temáticas suicídio; automutilação e transtornos mentais; Suicídio e sexualidade; e Suicídio e Cultura, respectivamente.

De acordo com o psiquiatra e mediador da roda de conversa sobre suicídio e sexualidade, Luiz Prestes, o abuso sexual funciona como um transtorno e trauma e que as consequências são a curto, médio e longo prazo. Algumas das consequências comportamentais são o suicídio e baixa autoestima. "O que sabemos é que todo intento e todo suicida tem um transtorno mental, então o importante é procurar um profissional que atue com saúde mental e procurar ajuda, seja de um psicólogo ou um psiquiatra, porque tem jeito, tem tratamento. O intuito de fazer essas rodas de conversas é a prevenção, neste mês que é celebrado o Setembro Amarelo é o mês de reforçamos esse diálogo da prevenção", declara.

Ainda de acordo com o psiquiatra, a sociedade é heteronormativa e quem não se encaixa no padrão é geralmente discriminado o que possibilita uma evolução de uma depressão, baixo autoestima e com comportamento suicida.  Prestes falou sobre os dados relacionados aos intentos suicidas. Segundo ele, a população homossexual e bissexual tem mais números de intento e de suicídio que a heterossexual, sendo que a depressão, a ansiedade e a baixa autoestima tem causado esse comportamento suicida.

Adriana Peixoto participou da roda das rodas de conversas e destacou o interesse no assunto, sendo ele o principal o aumento no índice de pessoas que estão tentando ou mesmo cometendo o suicídio. Ela também destacou outro interesse e importância da participação na palestra." Estamos passando por momentos econômicos e éticos difíceis no país e, com isso, a defasagem econômica, fazendo com que várias de pessoas percam seus postos de trabalho. Então, participo desse evento também como profissional, já para aprender a lidar com uma possível demissão e ajudar os colegas de trabalho com essa situação", destaca.

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